Migrações de nuvem costumam falhar não pela tecnologia, mas pela coordenação: equipes internas, fornecedor de infraestrutura e área de negócio operando em ritmos diferentes, sem um dono único do resultado.
A abordagem
Escopo fechado e faseado: cada onda de migração entrava em produção validada antes da próxima começar. A operação seguiu rodando porque a sequência foi arquitetada para isso, não improvisada.
Os parceiros externos de infraestrutura atuaram sob a nossa governança — não em paralelo. Um contrato, um interlocutor, um cronograma auditado. O negócio nunca parou.